Tudo começou com a saída de Nuri Sahin para o Real Madrid. Sahin era o grande responsável do futebol ofensivo do Dortmund. Era com ele que a equipe começava todos os ataques; era com o seu toque de bola que o Dortmund dominava a posse de bola e seus adversários, além do poder de decisão do meio-campista turco.Outro ponto para as dificuldades do Dortmund na temporada foi Mario Götze, que apesar de jogando em alto nível, talvez não tenha tido o desenvolvimento esperado para suprir a ausência de Sahin, mesmo os dois sendo de posições e estilos diferentes - apesar de Götze poder ser um “gerador de futebol” quando atua pela faixa central do campo, assim como Nuri Sahin.
Antes mesmo do final da temporada 2010-11, quando já estava anunciada a saída de Sahin para o Real Madrid, o Dortmund anunciou a contratação de Ilkay Gündogan, que era considerado o substituto imediato de Nuri no meio-campo, já que ambos eram muito parecidos no estilo de jogo. Porém, Gündogan, até o momento, é praticamente um fracasso, mostrando ainda não estar pronto para ter um papel tão fundamental igual o que era esperado dele.
Moritz Leitner, jovem meio-campista ofensivo, foi outro usado como meio-campista defensivo na busca por um substituto de Sahin, mas Leitner também se mostrou ainda “verde” para tal função.
Acabou que a solução encontrada por Jürgen Klopp já estava no elenco do Dortmund: o capitão Sebastian Kehl, que apesar de sempre ter sofrido com lesões, conseguiu se firmar ao lado de Sven Bender no “doble pivot” do meio-campo, jogando em bom nível, superior ao de Gündogan e Leitner.
Apesar de todos esses problemas, estamos na 21ª rodada da Bundesliga e o Dortmund lidera o campeonato, com dois pontos de vantagem para o Bayern, mesmo com a recente lesão de Mario Götze, que ainda não jogou após a parada de inverno, fazendo muita falta ao time nos últimos jogos.












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